Palitos de Fósforo


imagine que
Setembro 3, 2009, 4:08 pm
Arquivado em: a Internet, bloquinhos salvadores

É uma campanha, podia ser um projeto sem marca.

É um Banco de Imaginação, com quadrados cujo tema é Imagine que.

Acho que estou meio desescritora hoje, então não vou descrever. Clique e veja com seus próprios olhos.



um pouco de teoria
Junho 25, 2009, 2:56 pm
Arquivado em: a Internet, teoria

Que vergonha eu voltar a atualizar aqui falando difícil, mas esse vídeo que o Sollero me mandou é bem interessante pra quem trabalha com criatividade, propaganda, entretenimento, mídia, ou só gosta de internet e de pensar um pouquinho.

Não consigo embedar o vídeo :( - clica aqui pra ver!



como morrem as ideias
Maio 8, 2009, 7:07 pm
Arquivado em: a Internet, ideias sufocadas, publicidade

showoff

campanha hermeticamente divertida.

Tem muito mais aqui. Vale a pena ver.



copie e cole esse post
Outubro 14, 2008, 12:17 pm
Arquivado em: Revolução, a Internet, conceito perfeito, emprego, megalomanias | Tags:

Não acredito em direitos autorais. Mesmo vivendo disso (e a tendência é viver disso cada vez mais, se tudo der certo), eu acredito no seguinte: de onde veio, tem mais. Se alguém copiou o que eu fiz e eu não ganhei dinheiro com isso, pelo menos ajudou a viralizar. Se alguém copiou o que eu fiz, e eu ganhei dinheiro com isso, eu ganhei dinheiro com isso. Se eu não ganhei dinheiro com isso, e o alguém que copiou ganhou o dinheiro, azar.

Copyright morreu, e a gente tem que aprender a viver sem ele. Eu escrevo por essa internet aqui, de graça, há pelo menos uns 6, 7 anos. Nunca me preocupei se alguém ia pegar meu texto e distribuir pela rede dizendo que quem escreveu o dito cujo foi o Veríssimo. Claro que dói um pouco, mas a realidade sempre dói um pouco.

Claro que quero ganhar dinheiros publicando livros. Mas se eu chegar a publicar um livro e não receber dinheiro com ele, o barato é descobrir jeitos de vender meu livro em outros formatos que não sejam meu livro. É vender a experiência de ler meu livro, não o livrinho empacotadinho, com páginas e índices. Esse aí, meu bem, ninguém mais segura. E viva os piratas.

vídeo pra fazer pensar um pouco sobre essa história toda. Assisti ontem num curso que o pessoal aqui da agência está dando, falando sobre esse assunto mesmo, e achei fantástico. Importante lembrar que sou fã da Disney, de qualquer forma.



o alt+tab é o culpado.
Outubro 3, 2008, 11:52 am
Arquivado em: a Internet, o que não fazer | Tags:

o post que eu ia fazer foi sabiamente resumido em um desenho. é por isso que eu adoro pessoas com o dom da sinteticidade.



burrice natural
Setembro 16, 2008, 4:35 pm
Arquivado em: a Internet, o que não fazer | Tags: , ,

desculpa, não deu. Conheço pessoas que estão envolvidas nesse projeto, eu relutei pra falar por causa disso, mas é mais forte que eu.

vi a campanha desta nova série da HBO, a tal da Encantada, e achei interessante. O que me chamou a atenção foi eles terem usado várias redes sociais nisso, incluindo aí um MSN. Como ex/atual “mídia social”, ainda tenho certo interesse nessa brincadeira, e achei muito legal a idéia de usar o messenger como parte da divulgação.

Na mesma hora em que vi no anúncio, adicionei a Alice no meu MSN, me perguntando “puxa, puxa, será que contrataram um estagiário pra falar em nome da personagem principal?”, “puxa, será que é um daqueles programinhas de inteligência artificial que desenvolve um diálogo legalzinho baseado nas suas perguntas?”

E a resposta às minhas indagações veio:

Franfran diz:
isso é muito ruim, misericórdia.
Alice – Blog atualizado diz:
Quer saber mais sobre Alice? É só digitar uma destas perguntas:

Quem é a Alice?
Quem faz parte do mundo de Alice?
Onde eu posso encontrar Alice?
Aonde Alice vai me levar?
Quem são os pais de Alice?

Ou então, para receber o conteúdo especial de hoje, mande uma mensagem com: “novidade”. Se rolar alguma dúvida, é só digitar: “?”.

Deixa eu ver se entendi: tem um robô no meu messenger, que me dá ordens. Ele vai responder qualquer pergunta que eu fizer. Desde que seja uma das que constam nesta lista.

Então por que eles não fizeram um HOTSITE COM UM FAQ? ou, pra ser assim bem modernos, um “viral” no Youtube em que a personagem responde essas questões numa entrevista?

mais barato e menos sorvetenatesta. prontofalei.



You either write it or you don’t. It’s as simple as that.
Setembro 15, 2008, 12:00 pm
Arquivado em: O livro, a Internet, inspirando, tenho medo | Tags:

claro que não esqueci do meu livro. ele não me deixa esquecer, sempre fica martelando na cabeça “até você ter um filho ou uma idéia melhor que eu, eu sou o projeto da sua vida, sua imbecil”.

aí eu descobri alguns blogs de outras pessoas que contam seus processos criativos. e eles me inspiram e também não me deixam esquecer do meu livro. Tem um deles que é de um cara publicitário que conta sua saga em busca de uma editora para publicar sua obra. dia desses deixei um comentário por lá pedindo ajuda, e ele fez um post pra isso. Gostei bastante.

Ei-lo:

September 13, 2008

How long is long?

Yesterday, Franfran commented on this blog: I have an elementary problem: I can’t write my first book. I’m working on it for 7 years (SEVEN YEARS), and it’s just the beginning. Any tips for me in my despair? :(

Far be it from me to suggest I’m able to offer ‘tips’ to any aspiring writers (my lack of success kind of precludes me from doing that with any authority) but I thought it was an interesting dilemma.

How long does a book take?  How long should it take?  Are we saying from very first idea to final draft, or from first word on the page to last?

I went into the process of my own book in an earlier post, but from the initial idea to this point has been a minimum of four years.  I can’t remember exactly when the very first thought came into my mind, but there was a lot of gestation and crappy writing before I actually got anywhere, and it wasn’t until last year that I really took it by the scruff of the neck.  I don’t know for sure, but for a first-time author that feels about average.  I didn’t know what I was doing; I didn’t know how bad it was; I hadn’t developed any ways of working through problems; I was finding my feet.

For proper authors I’ll bet the time it takes to create a book varies enormously.  Barbara Cartland: five minutes.  JD Salinger: we’re still waiting.  They might have ten plots knocking around their heads simultaneously or carefully nurture a single story for decades.  This would appear to be another one of those fascinating grey areas that makes writing both maddening and satisfying.

From my point of view, the only ‘advice’ I could possibly give Franfran is that seven years is nothing if the book turns out right.  If someone could guarantee me that I’d have a really good book written in ten years’ time but nothing until then, I’d be delighted.  I’d also say the same thing I’ve said to several people who tell me they’ve got a great story that they haven’t written: the only person who can do this is you.  Once you accept that, it frees you from the yoke of the myriad excuses that are so easy to find. If you want to write a book there can be no excuses.  You either write it or you don’t.  It’s as simple as that.
That’s the fun bit of today’s post.  The dull bit is two more rejections (they’re reading/rejecting faster than they said they would): Darley Anderson and Coombs Moylett.  I might start sending a few more letters out.

então é isso mesmo. the only person who can do this is you.
eu sabia.



desfoquei
Agosto 29, 2008, 6:20 pm
Arquivado em: O livro, Por que fósforos?, Revolução, a Internet, dor de cotovelo, tenho medo | Tags: ,

virgem maria, desfoquei.

o Palitos era pra ser mais isso e menos “meu dia a dia como recém chegada ao mundo publicitário”.

Tá. Comprei esse livro aqui. Deve chegar daqui umas 2 semanas. Lá vem uma resenha.

Enquanto isso, visite o blog da menina, que ela é genial. Faço desse texto que ela fez pro Ítalo Calvino meu (digo, não meu. Dela. Mas enfim, aqui está):

“August 05, 2008

to the ghost of Italo Calvino

Hi.

It’s me again.

I know we’ve had our little episodes in the past. Thank you for them. I know at times you’ve frustrated me a bit, but I’m willing to let go of all that because you keep me on my toes. Let me just say that I know you like to mess from people because after a wrote about you several people wrote me and told me that you messed with them too.

But I think it’s great. Really I do. I like that you are keeping us on our toes and opening us up to things that we all would rather not pay attention to. Like the fact that books have a life beyond the author, and that they are in many ways animate things. I’ve always believed that, you don’t need to convince me any further.

But I digress. I am calling on you for another reason entirely. You see I’m working on a new book. It’s something that I think you would really like. Scratch the “think”. I know. And I would like you to come and help me with it. I don’t need you to write it for me, just lend me some of your spirit. That would be perfect. I’m willing to put up with any shenanigans that you would need to inflict on me, (including hiding my books and moving things around a bit.) I don’t mind one bit.

And if you could contact Bruno Munari while you’re at it, maybe he could come and help too. Together we can all make something really great.

That’s all for now.

hope to hear from you soon,
creatively yours,
keri smith

p.s. I miss you.

Posted by kerismith”

gênio.



Mr. Hitler, we have bad news for you.

Quem me convenceu a usar o Twitter foi o @alimasp, com um approach interessante: “Você não precisa necessariamente twittar sobre o que está fazendo, comendo ou sentindo. Pode escrever uma porção de pensamentos aleatórios e ser feliz. Twitter é legal, as pessoas é que não sabem brincar com ele”.

Fui lá e fiz. O que eu não contava é que o Twitter é cheio de pessoas.

Prefiro não desenvolver meu assunto  falando que o Twitter é mais um dos sintomas autistas das 3 pessoas que formam a blogosfera e o mundo publicitário 2.0 porque o Hitler já fez isso:

Adoro mash-ups. Adoro vídeos que traduzem minhas idéias sem que eu precise sair da minha inércia  e acomodação e ter o trabalho de fazê-los.

PS: a dica do vídeo foi do mesmo @alimasp supracitado.



gerador de e-mail-despedida
Julho 23, 2008, 1:37 am
Arquivado em: a Internet, eu, publicidade | Tags:

Semana passada saí do meu primeiro estágio em agência, o culpado responsável por eu ter perdido meu preconceito em relação a agências de publicidade, criado outros e decidido continuar nesse caminho. o.O Já comecei em outro lugar (ê!), mas semana passada o clima de despedida tava totalmente no ar.

Daí me embananei toda e escrevi e-mails de despedida os mais bregas possíveis, porque é disso que é feita a vida.

Pena que não tinha recebido esse gerador de e-mail de despedida antes. Vale a pena ver, é genial. Demissionários, adeus!