Palitos de Fósforo


leia.
Junho 11, 2008, 6:03 pm
Arquivado como: a Internet, conceito perfeito, dor de cotovelo, tempo! | Tags:

esse blog correu risco de vida hoje por cerca de 7 horas. Durante esse tempo eu pensei seriamente em desativá-lo e seguir só com o Pargarávio.

Foi então que eu vi que ele anda com mais visitas que o Pargarávio, e sinceramente não sei se isso me deixa quicando de felicidade ou chafurdando de tristeza.

Paciência, adiante:

A galera tá lendo pouco. A New Zealand Book Council (eu nunca sei direito o que esses Conselhos fazem…) sabe disso. Uma das desculpas da galera é que 8 horas por dia de trabalho ininterrupto impedem qualquer cristão de desenvolver um hábito saudável de leitura.

Por mais que seja saudável/referencial/e às vezes não fazer mal não pega nem bem você abrir um livro de 500 páginas na frente do seu chefe, colocar os fones e ler como se não houvesse amanhã.

Daí o tal Conselho criou o sensacional Read at Work. Trata-se de uma coleção de livros camuflados num desktop Windows padrão. Com ele, você pode pôr sua leitura em dia e ninguém vai nem perceber que, em vez de estar montando aquele ppt campeão, você na real está lendo Virgínia Wolf.

Fantástico, fantástico, isso é genial. Ai meus cotovelos.



Clipe de papel
Janeiro 9, 2008, 11:54 pm
Arquivado como: bloqueio, dor de cotovelo | Tags:

a verdade é essa: quanto mais simples a coisa, mais difícil de fazer.

É mais fácil tentar reproduzir um personagem da Disney do que um personagem desenhado com três risquinhos. As chances do segundo sair torto são muito maiores.

É mais fácil acertar um layout rebuscado que uma coisa simples. No simples, o feio aparece mais rápido.

Pra mim é infinitamente mais fácil escrever uma reportagem que um título publicitário.

Se me dão um tema e me falam pra escrever uma redação com quantas linhas quiser e depois sintetizar tudo em geniais duas palavras, vou demorar 15 minutos pra terminar a redação e 3 horas e meia pensando na melhor dupla de palavras, e vou perder por W.O.

Vai ver é por isso que os caras mais geniais
são aqueles que conseguem fazer coisas simples e perfeitas.

Tipo um clipe de papel.

[ontem não atualizei porque fui reviver um pouco e respirar os ares de minha querida e amada Paulista. O Starbucks da Alameda Santos tá tinindo, lindo lindo]