Palitos de Fósforo


gerador de e-mail-despedida
Julho 23, 2008, 1:37 am
Arquivado como: a Internet, eu, publicidade | Tags:

Semana passada saí do meu primeiro estágio em agência, o culpado responsável por eu ter perdido meu preconceito em relação a agências de publicidade, criado outros e decidido continuar nesse caminho. o.O Já comecei em outro lugar (ê!), mas semana passada o clima de despedida tava totalmente no ar.

Daí me embananei toda e escrevi e-mails de despedida os mais bregas possíveis, porque é disso que é feita a vida.

Pena que não tinha recebido esse gerador de e-mail de despedida antes. Vale a pena ver, é genial. Demissionários, adeus!



there’s no life, only projects
Julho 22, 2008, 12:21 am
Arquivado como: eu, megalomanias, tempo!, tenho medo | Tags:

só isso.jpg

só isso!



crescendum
Março 30, 2008, 1:56 pm
Arquivado como: Evolução, eu | Tags: , , ,

Daí eu não aguentava mais o Blogger.com.br, que provavelmente está falindo e minguando, quase indo parar no tenebroso cemitério da Blogosfera. Depois que conheci o WordPress graças a esse blogo aqui, fiquei mal acostumada.

Daí mudei o Pargarávio de lugar, e joguei ele no WordPress. Pra fazer o serviço direito - já que tenho ascendente em Gêmeos mas gosto de terminar o que comecei - resolvi comprar um domínio e passei o meu blog primeiro,  o original,  o primogênito, para o endereço forte e simples: www.pargaravio.com

O triste é que não deu pra migrar os textos do antigo www.pargaravio.blogger.com.br , então voltamos à estaca zero. mas essa é a vida, não é mesmo minha gente?

Por favor, prestigiem meu domínio, com flores, festas e sacrifícios de animais.



segura a insegura.
Dezembro 17, 2007, 11:01 pm
Arquivado como: eu, tenho medo | Tags:

Tem vezes que acho que faço o curso errado. Teoricamente, como publicitária em treinamento, eu deveria 1. saber querer convencer as pessoas e 2. vender meu peixe muito bem.

Porém, numa discussão, posso ter certeza do que acredito, mas digo uma vez e nem faço assim tanta questão de que a pessoa do outro lado tenha essa mesma certeza. Tanto faz, desde que ela seja minha certeza. Posso adorar uma coisa e o máximo que eu posso dizer é um “eu amo isso” ou, muito na brincadeira, me fingir de chocada quando vejo que alguém não gosta da mesma coisa que eu. Posso ler alguma coisa minha e até achar legal, mas não tenho nem de longe autoconfiança, sempre achando que ficou ruim, e sempre menosprezando minhas coisas pros outros. Tenho raiva admiro as muitas gentes que enchem a boca ao falar de seus trabalhos, nem sempre é coisa genial, muitas vezes é mediana, mas a pessoa sabe vender.

É gente que não faz bolachinhas, faz biscoitos suíços. É gente que não amassa canudinhos e cola na argila, faz arte conceitual. É gente que não desenha mal, tem estilo pessoal. É tudo uma questão de florear as palavras e saber impor uma aura de segurança.

E eu, nada. Sou tímida que nem um bichinho do mato. Minha auto-estima criativa é uma vergonha. E se falo um pouquinho, já achei que me “achei”. Quer ver eu morrer é alguém ler alto algo meu, quer ver eu travar é alguém ficar do meu lado me vendo escrever ou desenhar.

Esquisito é que quando preciso fazer alguma apresentação, tipo trabalhos, teatro, tocar em público, coisas assim, eu fico super tranqüila. Já falei num palco pra umas 300 pessoas, e até pouco tempo tocava órgão na frente de centenas de gentes, e é a coisa mais fácil do mundo.

Agora me ponha na frente de 2 pessoas pra ler alto alguma coisa que fui eu que fiz sozinha. Já era.

Isso tudo foi pra dizer que não tenho coragem de divulgar minhas coisas. Fico feliz que arranjo leitores, amigos e afins (olha o medo da arrogância novamente) mesmo fugindo desesperadamente de falar sobre o assunto com as pessoas. Imagino que se eu soubesse vender meu peixe talvez hoje eu já fosse ditadora mundial, uma escritora famosa ou no mínimo uma criatura muito relevante na blogosfera.

Ou não. Os textos nem são grande coisa mesmo. *sai correndo*



climb every mountain
Dezembro 13, 2007, 11:50 pm
Arquivado como: Metáforas claras como a água, eu, megalomanias, tempo! | Tags:

’til you find your dream.

Sei que falo muito de sonhos por aqui, mas é como eu digo (ou insisto em dizer), nossos blogs refletem nossos momentos, e talvez essa seja a temática de grande parte da minha biografia completa. :)

É que sabe como é, fim de ano, entrega dos últimos trabalhos na faculdade e estágio, misturado com trânsitos monstruosos vão acumulando na gente e cansando. Hoje eu estava a ponto de me revoltar e largar meus afazeres “supérfluos”. Deu vontade de testar como deve ser muito legal acordar, ir trabalhar, voltar e assistir novela, sem se preocupar com outras coisas “a fazer”.

Mas não consigo. Hoje no ônibus lotado e parado, da Berrini ao Largo da Batata Doce, a Noviça Rebelde cantou no meu mp3 player… era a música Climb Every Mountain. O que me fez sorrir, e o que me fez lembrar de continuar. E o que me fez lembrar de um vídeo que vi há um tempo, um comercial de uma seguradora ou banco australiano, não sei bem. O que importa é que é fantástico. Quer saber como é um dia na minha cabeça? Assiste. :)

Yey. Escalemos nossas montanhas. Um dia eu publico meu livro, publico minhas tirinhas, o Pargarávio, isso que você tá lendo, meus diários, meus blocos de notas, publico até o livro de receitas da minha mãe.



autobiografias expressas.
Dezembro 10, 2007, 11:44 pm
Arquivado como: O livro, eu | Tags:

não sei se é todo mundo, acho que é todo mundo.

Pelo menos comigo é assim: cada texto meu tem muito de autobiográfico. Só abrir meus blogs pra ver: tem fases meio melancólicas, outras mais felizonas, mais introspectivas-autoajuda ou extrovertidas-engraçadinhas… e geralmente vão sendo divididas por temas, sem querer.

Agora, em livro é que é engraçado. Como não sentei pra escrevê-lo de uma só tacada, cada página ou dupla de páginas pega uma fase minha. Quase que subliminarmente, meus personagens passam por todas as crises que eu passo enquanto eu os escrevo. Tenho pena deles.