Real Innovators Wanted

Quer escrever algo novo? Pare de destrinchar os grandes mestres. Vai ler rótulo de shampoo, de groselha, sei lá. Mas vai lá. Quer novas respostas? Então pare de perguntar as mesmas mofadas perguntas de sempre. E saia do paradoxo do inovador de mentirinha.

É um paralelo que fiz da vida-em-geral com essa apresentação, que fala de um problema enfrentado por quem trabalha com publicidade/design/inovação/e mais outras coisinhas: a dificuldade de fazer uma coisa realmente nova, por causa do medo do cliente/da mulher do cliente/da sociedade/do escuro.

É um slideshare de 2009 que continua atual, feito pelo querido Sollero, meu ex-chefe, de uma equipe da qual sinto muitas saudades. (:

Brilho Eterno de uma Mente Negligente

Tem uma coisa muito doida acontecendo e não sei se devo investigar a sério com minha psicóloga. Já é a terceira vez que mudo a senha desse blog porque meu cérebro APAGA completamente ela da minha memória.

De verdade que acho que é uma espécie de autoflagelo subconsciente por eu não postar aqui com tanta frequência quanto eu queria.

Da última vez, o branco virou quase um A Origem das senhas. Tinha esquecido a senha do blog, tinha esquecido a senha do e-mail do Yahoo! onde esse blog estava cadastrado, não lembrava a senha do BOL onde o e-mail do Yahoo! estava cadastrado, e antes que eu tivesse que receber minha senha por correio (meu e-mail pré-bol era A Tribuna, e a senha devia ser algo como “Nick Carter lindo” – eu não ia lembrar), consegui solucionar o funil e resgatar o controle dos meus palitos.

Passei medo. Medo tipo

Fomos criados pra criar

Não fomos criados pra passar um domingo à noite assistindo a Fantástico. Não fomos criados pra ligar pro disk qualquer coisa e ficar esperando deitados ela chegar. Não fomos criados pra dar scroll eterno em redes sociais que nos dizem  muito sobre nada. Não fomos criados pra passar 20 minutos no ponto de ônibus se podemos chegar a pé em 10. Não fomos criados pra dar play e ficarmos muito contentes com aquela música genial feita por outra pessoa. Não fomos criados pra entupir a cabeça de ideias alheias e devolvê-las por aí sem filtro porque o filtro quebrou. Não fomos criados pra viver uma vida em que não acreditamos porque “só existe essa opção”. Não fomos criados pra reclamar confortavelmente da falta de opções.

Não. Quando fomos criados o plano era outro. Tudo o que fica parado começa a morrer.  Vida emperrada é um negócio sério.

Isso é um pouquinho assim bem pouquinho do que eu penso. Se ajudar, ajudou. : )

 

hoje é dia do escritor

O que me faz pensar. Quando vou parar de me apresentar como Francine publicitária e me apresentar como Francine escritora?

Uma questão de mudança de substantivos (ou de adjetivos, se eu for boa ou ruim o suficiente)? Uma questão de mudança (ou melhoria) de espírito?*

Vamos comemorar a data escrevendo nossos livros?

(ou tem coisa melhor pra fazer?)

 

*

 

 

ainda não, tô planejando

Achei essa música no Twitter de uma das minhas bandas favoritas:

Tô planejando

Puxa, e eu nem contei!

Li o livro The Writer’s Block (ainda vou falar dele aqui), e foi ótimo.

Ótimo porque além de dar várias dicas para escritores incompetentes como eu (era até pouco tempo), ele me abriu os olhos para o seguinte: em todas as páginas do livro, está implícito que pra você ser um escritor, tem que escrever todos os dias, como uma rotina.

Ou seja, dentre as 786 dicas do livro, não existe a dica: Tente escrever todos os dias. Não. Pro autor, é óbvio que você escreve todos os dias, e se não escreve é porque teve um bloqueio. E precisa se livrar disso.

Deste livro em diante, estou indo dormir mais tarde, mas com a sensação de dever cumprido. Não fico mais 4 meses sem tocar no meu livro lamentando minha falta de tempocriatividadepaciênciaorganização.

Agora escrevo todo santo dia meia página do meu livro (ou melhor, dos 3 que estou escrevendo). Às vezes me irrita porque parece que estou escrevendo forçada e que a qualidade do texto cai um pouco, mas só a sensação dos livros estarem vivos e crescendo, e a sensação real de que eles vão ter um fim afinal, me deixam feliz.

É isso.

não há desculpas.

good writing is hard work!

Não gosto muito do Snoopy. Aliás, gosto NADA do Snoopy. Mas isso é legal:

difíciiil

(via)

Não sei se o mais difícil é escrever bem ou sentar e se concentrar pra escrever bem.

E estou lendo um livretinho muito do inspirador. Quando terminar, conto pra vocês.

um post em 3 fases

1. tem um blog de uma menina que deve ter a minha idade, que me assusta muito: ela é igualzinha a mim. A diferença é que ela quer ser escritora e luta pra isso. É o altamente recomendado www.mariaink.com.

2. o que me lembra o filme Apenas o Fim, que está me matando muito aos poucos. Além do roteiro ter me lembrado algumas coisas que perdi, ando me corroendo de raiva da minha falta de proatividade. O filme é simpático, e o que mata é que é MUITO FÁCIL fazer um parecido. E eu não fiz porque…

3. o que me lembra que pelo menos estou com um sistema de toda segunda tentar chegar em casa o mais cedo possível, pra escrever meus 3 livros (é, agora são 3!).

deixe-me correr!

o

em círculos.

A body at rest will stay at rest until acted upon.

retirado daqui

There’s a difference between an amateur and a professional. The amateur works when the mood strikes. The professional works.

I often hear people tell me they want to do a strip or write a comic or mow the lawn — really — when they get the chance.

Liars.

There is always a chance. There is always time. The only thing getting in the way is you. I’ve heard every excuse under the sun why you can’t get things done: I have classes, I have work, I’m extremely busy getting inspiration on the Internet. It’s all BS.

I’ll let you in on my life. I am happily married with two 9-year-old boys. Every morning, my wife goes to work early and it’s up to me to get breakfast for the kids, make their beds, make sure they get dressed and have their teeth brushed before I drive them to school. Then at 4p.m., my wife picks up the kids. We work with them on their homework (which sometimes takes 2 hours). We make them dinner, get them showered and ready for bed by 9 p.m. If you’ve ever had kids, you know the stress it is chasing after them to get everything done.

I also have a couple of jobs. Maybe even 3 or 4. I letter comic books. Lots of them. On average I do about 8 or so books a month. I also own a company where 4 guys letter books under my direction. I check their work, help with titles, work on styles, work with editors on giving them what they want, designing new fonts and trafficking lots of titles. It’s more than a fulltime job.

I also write and draw a quarterly comic book. I write it, pencil it, ink it and letter it. I used to color it, but it just took up too much time—I had to give it up kicking and screaming. So, that’s 100-pages-a -year of that. Also, this past year I wrote 4 issues of another comic title. Again, that is what some writers’ fulltime job for three months would be.

So, as you can see, I’m really busy. I work nights, weekends, holidays—all the time. So why add a daily strip into the mix when there is no guarantee of money, reward, or even modest recognition?

I have to.

I don’t just want to write this strip, I have to do it. And I’ve made the time to do it. And so can you. But what does that really mean?

Instead of playing Grand Theft Auto, put down the controller and pick up the pencil. Can’t miss the latest episode of Family Guy? Get a lapboard and draw while watching. If you really want to do this — if you need to do this — then do it. No excuses. A body at rest will stay at rest until acted upon.

Act upon that dream of doing a webcomic and keep the momentum.

This post was submitted by Chris Eliopoulos.

Desculpa não traduzir. Não é falta de tempo, é preguiça mesmo.

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Tema: Esquire por Matthew Buchanan.

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