Palitos de Fósforo


crt smtg
Outubro 1, 2009, 12:23 pm
Arquivado em: inspirando, megalomanias

createsomthing



levanta e faz o café
Julho 21, 2009, 3:09 pm
Arquivado em: emprego, inspirando

É como um retwitt de post. A Cláu fez este post pra estudantes de Jornalismo. Eu digo que serve pra todo mundo, inclusive para publicitários recém-formados. Muito legal.

10 coisas que o estudante de jornalismo poderia fazer nas férias

Ó, eu nunca faço isso. Não faço porque esse blog não é dessas cousas, sabe? Jornalismo. Tsc. Jornalista, pra mim, tem que ser jornalista até nos ossos – e meus ossos não se sentem, assim, particularmente  jornalistas. Mas ao mesmo tempo tenho um grande querer bem, uma simpatia alimentada com muito custo deeesde 2006 por essa profissão ben(?)dita, e muitas coisas que aprendi nessa longa estrada (ahahah ahaha aha) vão servir pra minha vida, não importa o que eu faça dela.

Aí me vem um site e um blog querendo listar as 30 coisas que o estudante de jornalismo deve fazer nas férias. Ah, meu amor, não crie rugas nessa testa de 21 anos. Não vou dizer que a ideia por si só é um tanto… ilusória, já que  estagiário não costuma esbanjar dias de descanso, mas os conselhos não são exatamente o que a gente pode chamar de… sei lá, a última palavra em jornalismo desde Gay Talese.

Do que me adianta, meu santo bom Deus, ter um post retuitado 20 vezes? E o que seriam 100 fotos surpreendentes – closes do seu boxer babando em ângulos fenomenais podem tocar o terror e surpreender muita gente, por exemplo. Mas a melhor de todas, creio eu, é a dica 13: recorte e redimensione fotos em um Photoshop da vida. Recortem, crianças, recortem tudo! Isso vai ser bom pra sua carreira! Dá pra colocar no currículo!

Olha, eu não estou apontando dedos pra ninguém, nem mesmo acho que o post esteja mal-elaborado. Cada um segue as dicas que quer e algumas delas são bem legais: fazer um blog, por exemplo, é super saudável. Ter um RSS pra acompanhar sites bacanas também é super prático e é muito bom ter bastante contato com novas tecnologias, pois você vai precisar delas mesmo que faça parte da Resistência. Mas se eu tivesse que escolher um tópico que salva realmente essa lista, seria o último (abre aspas):

Lembre o motivo de por que você quer ser um jornalista.

Afinal, por que cazzo você está às 3h da manhã, na frente de um computador, lutando contra a gravidade cada vez mais evidente em suas pálpebras, pra editar um vídeo de cinco minutos? Por que, meu querido, você fica aí, escrevendo besteiras sobre o metrô nesse tal de Tuit, em vez de fazer algo que dê mais dinheiro e paz de espírito? Qual a razão de ligar freneticamente praquele especialista enjoado que claramente não quer te atender, ou para aquela perfilada difícil, mas que você faz questão de ouvir? Por quê? Por queeeeeê?

Não sei. Você é que sabe, ué. Cada um tem seus motivos. Mas todos eles podem ter um ponto, um minúsculo pontinho unificador e bastante esperto: a paixão. No fundo, no fundo, aquilo é o que você gosta – ou está mais perto disso do que qualquer outra coisa – de fazer. Gente, que loucura! Você… você gosta de editar vídeos até o fim da madrugada. Gosta de trabalhar durante o fim de semana e apurar por meses só pra ver o seu infográfico reluzente ganhando um Malofiej. Gosta de escrever uma reportagem linda, que passe pela edição quase inalterada, e gosta de revisar os textos que chegam na sua mesa, mesmo achando que isso não é jornalismo. Gosta de transcrever entrevistas.

Tá, tá, ok. Ninguém gosta de transcrever entrevistas. Mas é importante fazê-lo e você sabe disso porque, afinal, há um objetivo maior. Tem que ter, mesmo que não faça sentido pra mais ninguém. Afinal, você não escolheu jornalismo à toa, apontando o primeiro curso que apareceu no Guia do Estudante (se você fez isso, me desculpe, talvez essa parte do texto não faça muito sentido, ok). Não vamos falar em vocação e outros bichos; talvez você tenha aprendido a gostar de jornalistar, simplesmente. Isso é bom.

Daí que depois de toda essa corredeira de palavras, tomei a liberdade de desenvolver uma lista própria de 10 coisas que o estudante de jornalismo poderia, entre um frila e outro, fazer nas férias. Bastante utópica, talvez ingênua (como este post, devo dizer), mas a intensidade de cada dica fica por conta de vocês – e de mim também, é claro: preciso começar a seguir meus próprios conselhos. Espia:

1. Antes de retuitar aquele link fenomenal, clique nele e leia a página do começo ao fim. É bom demais ser o primeiro a dar a informação, mas podemos estar mandando bobagem adiante. Quando alguém percebe um absurdo, você se defende: “mas eu não li direito”… né verdade? Não é muito legal.

2. Tire fotos daquilo que te surpreende e mostre para seus amigos. Conte de onde veio a ideia, quem eram as pessoas na fotografia, o que faziam. Se quiser editar, edite, oras. É mais divertido e menos confuso do que parece e pode dar um toque lindo no seu trabalho. Dê uma olhada em tutoriais, se for o caso.

3. Olhe para as pessoas. Linhas de expressão, marcas de nascença, tudo conta uma história. Tente sacar os mini-contos que cada um carrega, ou apenas imagine. Lembra do Sherlock Holmes? O segredo daquela genialidade absurda estava nos detalhes deixados em cada cena do crime, em cada suspeito. Você não precisa ser Sherlock para deduzir certas coisas. Deduza! E, se possível, confirme, mesmo que só pela diversão. Faz um bem danado. E ah, claro, você nem precisaria dessa informação, mas deduzir não é preconceitar.

4. Inspire-se profundamente. Gosta de Machado? Leia Machado e o que mais vier junto. Adora uma banda em particular? Escute grupos que se inspiram nela. Clique em blogs legais, visite museus, brinque, vá ao teatro ou ao cinema, ou alugue aquele filme velho, velho, que só você tem paciência pra assistir pela décima oitava vez. Deixe-se ficar enlevado – tudo o que você escrever e produzir depois disso vai sair bem melhor.

5. Referências, referências! Jornalistas adoooram uma referência, uma anotação pitoresca e, ah, como esquecer dela, uma boa metáfora. Gaste um tantinho de cérebro pensando em coisas que poderiam estar ligadas, espelhos, citações. Pode ser só pela diversão, também, mas dá pra fazer durante o trajeto do metrô e não custa nada.

6. Duas palavras: jornalismo literário. Se a sua vida não faz mais sentido, se você tem vontade de queimar releases em uma grande fogueira e empurrar seu chefe bem para o meio dela,  se você xinga aquela assessora estúpida por não passar o ramal certo da sua fonte… respire fundo, sente-se e vá ler um perfil, uma reportagem bem elaborada, um livro da Eliane Brum. Esqueça por um minuto as tragédias na Bolsa de Valores ou o número de acidentes na Fernão Dias e tenha acesso a bom jornalismo. Claro que dá pra encontrar esperanças nas hard news, mas a notícia bem bem-acabada, com menos corre-aqui-pega-ali, bom, esse tipo de jornalismo dá o maior gosto. É  o jornalismo que cria imagens na sua cabeça.

7. Banque o editor carrasco consigo mesmo. Escreveu um texto? Seja chato: confira vírgulas, frases, palavras, tudo, tudo mesmo. Só por diversão, apague frases e pense em um outro jeito de construí-las. Os créditos estão lá? Pois trate de colocar os créditos. (Aliás, a ideia desse post veio daFabz, lá do meu trabalho. Valeu, Fabz!) Ai, parece bobo, né? Então aguenta quando seu professor/chefe voltar à rotina particularmente chateado com o fim das férias.

8. Respire outros ares. A vida não é jornalismo. A vida não é jornalismo. A vida não é jornalismo, mas jornalismo tem muito a ver com viver. Pegou? Agora vá gravar um vídeo que vai ser o novo hit no Youtube ou lavar seu cachorro.

9. Clássica e clichê: relembre o porquê de estar na profissão. Começamos assim o post e é mais ou menos assim que ele termina. Seus princípios podem ter mudado e seu foco também – aliás, a graça é essa. Se você acha que não tá ornando, que jornalismo não tem mesmo nada a ver com você, muda de rumo, oras. Já tem muito jornalista entediado nesse mundo, que não muda de ares por medo, mas também não quer ficar. Que que acontece? Na maioria dos casos, um jornalismo ruim, chato de ler, sem graça, sem gosto, meh. Em outros, raros, o trabalho é bom, mas o profissional é infeliz. E aí?

10. Cansou? Ui, esse post foi longo, né. Mas a minha última dica nessa lista absolutamente pretensiosa é também gabaritada: saiu da boca, mais ou menos nesse formato, do Marcelo Duarte, o autor do Guia dos Curiosos, que eu tive a sortezinha de entrevistar pro meu TCC. Quote: “seja curioso. Jornalista tem que ser curioso”. Mais do que prestar atenção e fazer perguntas, você deve realmente querer saber a resposta pra elas – e não se conformar com apenas uma versão. Arranje um jeito, uma motivação aí dentro de você pra fazer do seu trabalho a profissão “mais honesta do mundo”, segundo Gay Talese.

Jornalismo pode ser gostosão de fazer ou pode ser um saco. Pode ser apenas uma parte da sua vida ou uma vida toda. Pode ser bonito e emocionante ou feio e embrulho de peixe na manhã seguinte. Pode ser feito com Sazon ou nas coxas. You decide.

Sei lá. Sou só uma estudante de jornalismo e ainda vou ter muito sapo pra engolir pela frente. Um dia vou ver esse post e achar uma bobagem completa, que a vida real não é assim, que deadlines estão aí e vão acabar me causando uma síncope e me hospitalizar por semanas e… bom, e tudo mais. Mas uma coisa, pra mim (o blog é meu, né), é certa: fazer o que gosta – mesmo o que não gosta dentro daquilo que gosta – e sentir que dá certo e dá jogo… putz, isso é fenomenal, acho que é o que eu quero pra minha vida. Sei lá o que você, leitor desavisado, que esbarrou nesse blog por acaso, coitado, quer pra sua. Mas espero que te faça bem. :)

E é isso. Próximo tópico?”

Cláudia Fusco



dica pra feriados
Julho 9, 2009, 5:13 pm
Arquivado em: Revolução, inspirando

Sair é sempre uma tentação. Sair inspira. Mas de nada adianta se inspirar se você não passar pelo menos um dia botando a inspiração pra fora.

Não vá se explodir de ideias. Pegue uma quinta-feira de feriado ensolarado, sente-se diante do computador e coloque esses dedos pra funcionar. Deixe a janela aberta que o sol continua lindo lá fora e você não pode perdê-lo.

Escrever à luz do dia (para algo que não seja uma marca) é bem melhor. :)

escrito que o Kenny fez no moleskine que dei pra ele, semi-inspirado em um dito meu :)



como
Maio 28, 2009, 12:20 am
Arquivado em: inspirando

Então, mais um projeto meu. É uma coisa meio Keri Smith que criei – uma agenda para o ano, que tem 365 tarefas divertidas que me estimulam a criar e a viver.

Bem, a tarefa de hoje resolvi colocar aqui pra ver se inspira vocês.

Era a seguinte: me lembrar de minha memória mais antiga e escrever sobre ela.

Pois bem, são 3:

- bancos, bancos, bancos. Bancos de madeira intermináveis. E é mais a sensação dos bancos intermináveis que sua aparência que me vêm a mente. É a igreja que eu vou desde que nasci. Essa mesma.

- Smurfs em preto e branco numa TV. Não que eu seja do tempo da TV PB, mas meus pais tinham uma que não tinha cores quando eu era bem pequena. Lembro que eram Smurfs, mas não eram azuis. Pois será que eram eles mesmo? Memória confusa. Sei que tinha leite no chão.

- o gosto da minha mamadeira, que nunca mais consegui reproduzir. E não dá pra escrever como é esse gosto, que consigo lembrar com maestria.

Aliás, é divertido tentar descrever coisas não descritíveis, como gostos e cheiros. É um bom exercício. Fiz isso num job pro Senac há pouco tempo, o Que Cheiro é Esse?, e foi bacana.

É isso. :)



You either write it or you don’t. It’s as simple as that.
Setembro 15, 2008, 12:00 pm
Arquivado em: O livro, a Internet, inspirando, tenho medo | Tags:

claro que não esqueci do meu livro. ele não me deixa esquecer, sempre fica martelando na cabeça “até você ter um filho ou uma idéia melhor que eu, eu sou o projeto da sua vida, sua imbecil”.

aí eu descobri alguns blogs de outras pessoas que contam seus processos criativos. e eles me inspiram e também não me deixam esquecer do meu livro. Tem um deles que é de um cara publicitário que conta sua saga em busca de uma editora para publicar sua obra. dia desses deixei um comentário por lá pedindo ajuda, e ele fez um post pra isso. Gostei bastante.

Ei-lo:

September 13, 2008

How long is long?

Yesterday, Franfran commented on this blog: I have an elementary problem: I can’t write my first book. I’m working on it for 7 years (SEVEN YEARS), and it’s just the beginning. Any tips for me in my despair? :(

Far be it from me to suggest I’m able to offer ‘tips’ to any aspiring writers (my lack of success kind of precludes me from doing that with any authority) but I thought it was an interesting dilemma.

How long does a book take?  How long should it take?  Are we saying from very first idea to final draft, or from first word on the page to last?

I went into the process of my own book in an earlier post, but from the initial idea to this point has been a minimum of four years.  I can’t remember exactly when the very first thought came into my mind, but there was a lot of gestation and crappy writing before I actually got anywhere, and it wasn’t until last year that I really took it by the scruff of the neck.  I don’t know for sure, but for a first-time author that feels about average.  I didn’t know what I was doing; I didn’t know how bad it was; I hadn’t developed any ways of working through problems; I was finding my feet.

For proper authors I’ll bet the time it takes to create a book varies enormously.  Barbara Cartland: five minutes.  JD Salinger: we’re still waiting.  They might have ten plots knocking around their heads simultaneously or carefully nurture a single story for decades.  This would appear to be another one of those fascinating grey areas that makes writing both maddening and satisfying.

From my point of view, the only ‘advice’ I could possibly give Franfran is that seven years is nothing if the book turns out right.  If someone could guarantee me that I’d have a really good book written in ten years’ time but nothing until then, I’d be delighted.  I’d also say the same thing I’ve said to several people who tell me they’ve got a great story that they haven’t written: the only person who can do this is you.  Once you accept that, it frees you from the yoke of the myriad excuses that are so easy to find. If you want to write a book there can be no excuses.  You either write it or you don’t.  It’s as simple as that.
That’s the fun bit of today’s post.  The dull bit is two more rejections (they’re reading/rejecting faster than they said they would): Darley Anderson and Coombs Moylett.  I might start sending a few more letters out.

então é isso mesmo. the only person who can do this is you.
eu sabia.



o homem que saiu do armário
Setembro 11, 2008, 11:57 am
Arquivado em: Revolução, inspirando | Tags:

“For the Conflux Festival Lucas Murgida will construct a cabinet on wheels and leave it on the sidewalk. The artist will hide himself inside and not reveal himself until someone assumes possession and brings the cabinet to their home.”

mais ações bizarras como essa (ou um pouco mais sensatas) estão fazendo parte do Conflux Festival, que essa semana vai colocar nas ruas de Nova York projetos de um monte de artistas com idéias legais. Coisas do tipo… um teatro de fantoches portátil. Rá!

Não gosto muito de usar a expressão gosto muito, mas gosto muito.



dois links geniais
Julho 11, 2008, 12:42 pm
Arquivado em: a Internet, conceito perfeito, inspirando, publicidade | Tags: ,

igualmente geniais.

1. um é campanha da Converse (adoro marcas fantásticas cuja comunicação é igualmente fantástica, é uma coisa, assim, retroalimentícia :D ). Trata-se de um monte de mini-sites com curtas legais ou que usam a tal da dona Internet de uma forma inteligente. Pra ver, você pode começar por qualquer um dos curtas (sugiro esse aqui) e ir seguindo adiante, ou entre no This is Index Page pra selecionar o que você quer ver direto.

[só acho que exageraram na série "Out of Your League Girl", tem vídeos demais].

2. outro é um filme com Yakults daqueles que eu quero fazer quando encontrar senso de oportunidade e pessoas que topem virar celebridade no You Tube comigo. É isso aí.



Let Me Sing, Let Me Sing
Maio 16, 2008, 12:27 pm
Arquivado em: Revolução, inspirando, tenho medo | Tags: , ,

Esse vídeo foi uma ação de guerrilha de um site de venda de Tickets online, o Lastminute.com. O conceito é simprão: “Há quanto você não vai ao teatro?”

Sempre quis fazer uma ação assim. Nem tanto pra um produto, mas pra vida, tipo intervenção artística mesmo.

Como ação, é a mais clichê e primeira idéia impossível. Na real eu nem sei se funciona (vide as caras de lhama das pessoas em volta). Mas comigo, que sou público-alvo mais que alva de peças musicais, funcionaria supimpamente.

Quanto às caras de lhama, talvez provenham dos genes anglo-saxões das vítimas. Talvez aqui no Brasil a galera entrasse na dança e cantasse também. Talvez não. Talvez a gente já tenha se perdido em meio aos fastfoodscocacolascidadesgrandesliberdadesculturaisdementira e herdado o grande e cinzento gene sisudo.

PS: Descobri que o Palitos é uma versão mais fácil do Rebecando. Mais fácil porque não precisa desenhar, pintar, tratar. É só chegar e escrever. Descobri porque sempre venho pra cá quando tenho algum protesto/lamentação/exaltação relacionada à vida profissional/acadêmica. Heh.



as 2-1/2 idéias de hoje

pra usar no almoço: as mesas compartilháveis de praças de alimentação de São Paulo-na-hora-do-almoço-dos-trabalhadores me proporciona momentos de puro pânico. É uma lógica muito bizarra você sentar ao lado de [ou às vezes de frente com] um total desconhecido e almoçar na mesma mesa que ele, sem conversar com o sujeito, e sim olhando para o horizonte ou trocando idéias com seu colega de trabalho. Ah não. Fui criada almoçando na mesma mesa que minha família-margarina, todos conversando e interagindo, é assim que funciona: tá na mesma mesa, tem que conversar. Desse pânico brotaram duas idéias:

1- incluir seus amigos de mesa na sua conversa com o pessoal da sua empresa.

você- A Renata do RH tá saindo com o cara do financeiro, sabia?

pessoa aleatória- Quem é Renata?

você- É uma loirinha lá da firma. Acho que vocês combinam.

2- não tem como você não ouvir todo o assunto dos companheiros ao seu lado. Portanto, não tem como os companheiros ao seu lado não ouvirem o SEU assunto. Imagine as possibilidades que isso não traz:

você, bem alto, para seu colega de trabalho- Lá na cadeia o almoço era melhor do que isso aqui. De que chão engordurado será que esse cozinheiro raspou o prato do dia? Quer dizer… não sei se é o gosto do veneno que eu tomei hoje de manhã que tá me confundindo. Pior que nem surtiu efeito. Não surte mais efeito, cara, não surte! Acho que desisto, vou tentar me alimentar de luz de novo, da última vez até funcionou. Só não funcionou muito bem pro meu irmão, que virou uma barata gigante, e morreu logo depois de me engravidar. Só espero que não nasça com as antenas do pai.

pra usar no café da tarde: Starbucks e seu lindo hábito de escrever nomes nos copos proporcionam momentos de estudo teatral incríveis. Um dia você pode ser a Rebeca, uma menina hiperativa e meio Juno. No dia seguinte, vive a Shirley, uma dançarina de cancan decadente. No outro, ainda, é a Lorena, uma menina que vive na Alameda Lorena, cria porquinhos da índia e tem tique nervoso na hora de piscar. A brincadeira é escolher o nome na hora de pedir o copo, e interpretar a personagem o tempo todo enquanto estiver no café. Com o tempo, a coisa pode evoluir, e você já vai até vestido de acordo com o personagem do dia. Com o tempo, a coisa pode evoluir, e você pode até ser internado.



Tonico?
Fevereiro 12, 2008, 12:21 am
Arquivado em: a Internet, inspirando | Tags:

essa não tem nada a ver, mas é legal. Agora tenho um bichinho de estimação. É um cachorrinho, um pug, cujo nome é Tonico.

Ele fica preso no meu monitor.

Ele é meu screen saver. Juro que ele me traz MUITA felicidade.