A arte é sua até sair da sua cabeça

Depois ela vai pro mundo e coitadinha. Nosso melhor quadro pode virar banheiro de cachorro e nosso pior texto pode virar tatuagem nas costas de um desconhecido.

Olha que bacana o que Hugh MacLeod, o autor desse manifesto obrigatório, tem a dizer sobre o assunto:

To me, the inte­res­ting thing about art is not the usual “Heroic, absinthe-soaked, vision quest lone indi­vi­dual archety­pal artist crap”, but how the art is USED by the per­son who has it han­ging on the wall. What’s it actually there for? Deco­ra­tion? Sho­wing off? A con­ver­sa­tion star­ter? An ice brea­ker? A way of telling a story? Something to brigh­ten up the room? A sym­bol of social sta­tus? An expres­sion of indi­vi­dual world­view? An expres­sion of emo­tion? A totem to remind one­self of something ins­pi­ra­tio­nal and/or impor­tant? Perhaps a bit of all these?

So I’m seeing two worlds collide here: The inter­nal, soli­tary part of making the art, and the exter­nal social part of how the piece of art is actually used. Art? Used? Is art actually allo­wed to be “used”? Would the Art Police allow that? Ins­tead of calling them “Patrons”, can we call art buyers “Users” ins­tead? Would you be offen­ded if I called you that? There’s no wrong answer…

 

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One thought on “A arte é sua até sair da sua cabeça

  1. Pingback: Ilustrações e o retorno da newsletter | palitos de fósforo

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