daí eu estive pegando ônibus por cerca de 4 horas diárias nesses últimos 6 meses. não que eu estivesse viajando muito pela galáxia… é que eu simplesmente andava nos corredores de ônibus de São Paulo nas vias mais congestionadas em plenas seis da tarde. como nas minhas 2 horas de imprestabilidade no trânsito tomar chá não era uma opção, eu calhava de ter que passar o tempo de algum jeito. Daí eu ouvia música (implícito), lia, comia, colocava minhas ligações em dia, tomava banho, tudo no ônibus. E, quando não tinha mais desculpas, criava. Um pouquinho, mas criava. Meu livro, por exemplo, avançou um pouquinho graças a essa rotina. Daí que fiz essa “ilustração que ilustra esse post” há um bom tempo atrás, no começo do ano… pra você leitor ter noção de como eu enrolo pra publicar minhas idéias.
Agora já foi, o post é passado, porque é capaz de eu diminuir minhas horas no trânsito a esse horário [por motivos superiores...] a partir do semestre que vem, mas vou dizer que foram meses de alguma produtividade transportadora.
e o post continua aqui.
Arquivado em: Rebecando | Tags: tirinha cartoon quadrinho rebecando francine guilen
clique para ampliar.
uma das minhas favoritas, caprichadinha. Gosto das mensagens quase subliminares no fundo dessa tirinha.
Arquivado em: Rebecando, tempo! | Tags: tirinha rebeca rebecando francine guilen faculdade trab
Arquivado em: Rebecando | Tags: liberdade expressão tirinha cartoon rebecando faculdad
Arquivado em: Rebecando, megalomanias | Tags: rebeca tirinhas cartoon andorinha rosa
clique para ampliar.
Minha mãe já me deu meu presente de Natal (afinal data não importa, já que não comemoro Natal ^-^). É uma linda camisa com uma estampa da Rebeca (no caso, é ela mostrando o que carrega por baixo da cartola).
Devia tirar uma foto da camisa, que é uma linda união de dois filhotes meus, a Rebeca e a Supimpa. É simbólico, dá orgulho. Mas a camisa nesse momento está guardada dentro das malas.
Ah, ganhei também uma ovelha pra minha coleção de ovelhas – uma com Allstars de bolinhas. Ano que vem explico essa outra simbologia pra vocês. ou não. ![]()
(preguiça de tratar a imagem, tou de férias).
Isso mesmo. Vou viajar e descansar. Volto ano que vem! Gostei do começo desse blog. Foi só o começo.
2008 felicidades pra vocês em 2008.
Arquivado em: Rebecando, a Internet | Tags: garfield jon arbuckle jim davis tirinhas
[esse post estava ótimo. Quando cliquei em Publicar, lá foi ele pro mundo dos posts perdidos. Agora preciso reescrevê-lo. Anotado, que isso vale um post por si só. *suspiro*]
Adoro tirinhas. E venero seus autores. Afinal, não é pra qualquer um conseguir condensar uma ótima piada e quiçá uma crítica social em 3 míseros quadrinhos. Tem uns cartunistas, por Deus, uns cartunistas que conseguem me levar às gargalhadas com três quadrinhos e uma só palavra. Vai ver é por isso que eu adoro tirinhas, venero seus autores, mas são poucas as que me agradam de verdade. As da Folha em geral me irritam (conceito puro e simples não é entretenimento), e as do Metro me levam a um quadro de depressão em poucos minutos. Vai ver eu é que sou chata, vai ver escrever tirinha é dom para poucos.
Um dia eu e a Rebeca chegamos lá, que fique anotado. (ha ha ha.)
Nas tirinhas, a gente raramente vê um personagem sozinho. Um é o carro chefe, e ele sempre precisa de um melhor amigo ou outro coadjuvante como apoio às piadas, pra ele ter com quem falar. É o caso do Haroldo, do Snoopy, da Sarah (melhor amiga de cabelo roxo da Rebeca). Por isso, ao contrário do que acontece nos livros, os protagonistas precisam ter pimenta, deixando os coadjuvantes só coadjuvando mesmo, com brilhos, mas sem muita purpurina.
Um fanfarrão na Internet (dica recebida via Radinho) pegou as tirinhas do Garfield e apagou o personagem e suas falas de todas as tirinhas, acho que pela piada de ver como ficaria. Eu não gosto do Garfield naturalmente, ele é um gato, ele é preguiçoso e odeia segundas-feiras. O ócio me dá preguiças e eu amo segundas-feiras, além de nem gostar tanto assim de lasanha. Não gosto dele e pronto. Vai ver é por isso que achei essa nova versão muito mais engraçada. Afinal, viraram quadrinhos absolutamente nonsense, e nós vemos um Jon Arbuckle que ninguém nunca viu, concentrando todas as patologias psiquiátricas e neurológicas nele. Veja como uma história pode mudar com uma pequena intervenção criativa e divirta-se!
a segunda tirinha que fiz. nos idos de 2005. dá pra ver a diferença na “qualidade” dos “desenhos”. clique para ampliar!








